No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, um tema cada vez mais presente nas discussões sobre autonomia feminina ganha destaque: a maternidade madura. Cresce o número de mulheres que optam por engravidar depois dos 30 e, em muitos casos, após os 35 anos, o que reflete mudanças sociais, profissionais e culturais das últimas décadas.
A ampliação do acesso à educação, o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho e a busca por estabilidade financeira estão entre os principais fatores que explicam essa escolha. Hoje, a decisão sobre quando ter filhos está mais alinhada ao planejamento de vida do que às expectativas sociais impostas por gerações anteriores.
Segundo o ginecologista e especialista em reprodução humana Dr. Wilson Jaccoud, CRM-SP 41.142, RQE 130381 e RQE 130391, diretor médico da Fert Embryo, o adiamento da maternidade é um reflexo direto da autonomia conquistada pelas mulheres. “Hoje, elas possuem mais liberdade para decidir o momento ideal para engravidar. Muitas priorizam formação acadêmica, carreira e uma estabilidade maior antes de iniciar a maternidade. Essa é uma conquista importante do ponto de vista social”, afirma o especialista.
No entanto, apesar dos avanços sociais e das tecnologias laboratoriais, o corpo feminino mantém limites biológicos que precisam ser considerados. A fertilidade começa a apresentar uma queda relevante a partir dos 35 anos, tornando-se ainda mais significativa após os 40. “A medicina reprodutiva evoluiu muito, com técnicas como congelamento de óvulos e fertilização in vitro, o congelamento de óvulos é um dos grandes aliados da mulher contemporânea. Por isso, informação e planejamento são fundamentais”, alerta Jaccoud.
Além da redução natural da reserva ovariana, a gestação em idade mais avançada pode estar associada a maior risco de complicações obstétricas, exigindo acompanhamento médico mais rigoroso. Neste mês em que celebramos o Dia Internacional da Mulher, é importante reforçar que a principal mensagem não é de alerta, mas de conscientização. Ter acesso a informações claras sobre fertilidade permite que a mulher exerça plenamente sua autonomia reprodutiva, equilibrando projetos pessoais e o tempo biológico.
A maternidade adiada simboliza liberdade de escolha e destaca a importância do planejamento reprodutivo e do acompanhamento médico especializado para as decisões seguras.
Fert-Embryo
Fundada em 1999 em Presidente Prudente (SP) pelo médico Wilson Jaccoud, especializado em ginecologia e obstetrícia, a Fert-Embryo Medicina Reprodutiva é referência nacional em reprodução assistida combinando ciência, tecnologia e acolhimento para ajudar famílias a realizarem o sonho de ter filhos. Com estrutura moderna e equipamentos de ponta, a clínica oferece atendimento completo em reprodução humana, incluindo fertilização in vitro (FIV), inseminação intrauterina, congelamento de óvulos, sêmen e embriões, biópsia embrionária e ovodoação. Também mantém o projeto social “Ser Mãe”, que democratiza o acesso a técnicas de reprodução assistida para famílias de baixa renda.
Mais informações: fertembryomedreprodutiva.com.
Instagram: @fertembryo










