A Oficina anuncia o lançamento de “The Post”, sua primeira revista impressa. A publicação amplia o universo editorial da marca e traduz para o papel os mesmos princípios que orientam seu conteúdo: elegância, excelência e o compromisso de transformar cada edição em um objeto de coleção. Depois de quatro anos construindo o “The Oficina Post” como plataforma digital, a Oficina agora faz o caminho inverso e materializa seu repertório de curadoria no papel. A edição impressa faz sua estreia em agosto, com 120 páginas, tiragem limitada, circulação semestral e formato de permanência.
É uma revista para se colecionar, deixar em cima da mesa, guardar, ler e reler. A publicação reúne textos do ambiente digital que merecem permanecer, além de ensaios, entrevistas, reflexões e histórias criados especialmente para esta edição. A transição do digital para o impresso reflete a busca cada vez mais presente na Oficina de recuperar experiências físicas, táteis e até mais lentas que serão relevantes a qualquer tempo.
“O digital distribui, o impresso eterniza. Criamos uma comunidade através de textos, newsletters e reflexões sobre cultura, estética, design, moda e comportamento. E agora a revista chega com um recorte do que merece continuar existindo fora da lógica acelerada das timelines”, diz Gabriel Zandômenico, sócio fundador da Oficina.
Cada página funciona como uma extensão do olhar curatorial da marca. Na primeira edição, o leitor encontra guias e recortes que traduzem esse ponto de vista. Estão lá o melhor da gastronomia, cultura e música de São Paulo; uma seleção da discografia de Milton Nascimento, que também ganha um perfil mostrando como o artista mineiro se tornou um ícone mundial; e até algumas “inside informations” sobre estações de ski para quando a neve chamar. As imagens assumem um papel central, não apenas como ilustração, mas como linguagem. Em muitos momentos, são elas que conduzem a narrativa, aproximando a “The Post” dos livros de fotografia e das publicações independentes.
Em um cenário marcado pelo consumo acelerado de conteúdo, a revista propõe outro ritmo de leitura, mais atento, contemplativo e sem prazo de validade, um objeto editorial pensado para voltar às mãos do leitor muitas vezes, sempre com novas descobertas. Ela também simboliza um novo momento da marca, que constrói um tom de voz mais ativo, promovendo conversas e navegando em territórios comuns ao seu consumidor, com agendas culturais nas grandes cidades do Brasil.
A Oficina
A Oficina é uma marca masculina que une matérias-primas sofisticadas a inteligência em alfaiataria para o desenvolvimento de roupas clássicas e atemporais. Fundada pelos empreendedores mineiros Gabriel Zandomênico, Arthur Bretas e João Pesce, a marca chegou à modelagem perfeita das camisas sociais através de um algoritmo, o que despertou a atenção do então grupo Reserva. Em 2018, com Zandomênico à frente do negócio, a startup fez uma joint venture que, mais tarde, resultou em sua integração ao Azzas2154.
De lá pra cá, a Oficina abriu 30 lojas próprias e se tornou uma das principais apostas do mercado brasileiro de moda masculina. Pioneira no que o mercado hoje chama de quiet luxury, a marca tem como pilares conforto, elegância, excelência e o uso de tecidos que não amassam e não esquentam, sempre a serviço de um guarda-roupa atemporal.
















