O Brasil entrou para a lista dos destaques no principal prêmio mundial de publicidade de rua com a indicação da Mude Wellness Media ao World Out of Home Organization (WOO) 2026. Única representante brasileira na categoria de sustentabilidade, a marca participa do evento em Londres, entre 3 e 5 de junho, para concorrer ao reconhecimento global do setor. A indicação acompanha um momento de forte expansão da companhia, que fechou o último ano com crescimento de 38% e faturamento recorde, impulsionada pela demanda por projetos em ambientes de lifestyle.
A proposta da Mude rompe com o modelo tradicional ao transformar o mobiliário urbano em equipamentos de utilidade pública. Em vez de apenas exibir marcas, as estruturas funcionam como estações gratuitas de atividades físicas que hoje atendem mais de 944 mil alunos anualmente. Para o mercado de publicidade, o modelo resolve o desafio de entregar um impacto social que seja mensurável e utilizado diariamente pela população.
A operação, que entrega 157 milhões de impactos semanais através de um inventário estratégico em orlas e parques, também acelerou sua digitalização. No Rio de Janeiro, praça prioritária da companhia, a empresa aumentou em 54% o mobiliário com telas digitais no último ano e prevê avançar mais 42% em 2026, abrindo frente para a mídia programática. Toda essa estrutura utiliza engenharia em aço inox de alta resistência, o que garante longevidade aos equipamentos e reduz o descarte de resíduos nas cidades. Para o CEO Marcus Moraes, o crescimento prova que o bem-estar pode ser um negócio escalável. “Decidimos estar onde as pessoas vivem a cidade de verdade. Praia e parque não são só cenário, são rotina. O nosso desafio desde o início foi provar que o mobiliário urbano é um instrumento de valorização da cidade, indo muito além de ser só um suporte para anúncios”, afirma Moraes.
Atualmente presente em 17 cidades, a Mude utiliza projetos sazonais como a Rio Academia para alavancar em até 40% o faturamento do período. Sandro Moretti, CSO da Mude, defende que a indicação em Londres reflete a maturidade de projetos que unem eficiência e utilidade social. “Digitalizar não é só colocar tela, é dar inteligência para a operação. Hoje a Mude convida o mercado para um ecossistema eficiente e posicionado onde a cidade pulsa, unindo a visibilidade de marca à utilidade social direta”, destaca Moretti.
A expectativa para o evento em junho é consolidar o projeto brasileiro como referência em urbanismo inteligente e longevidade, mostrando que o mobiliário urbano pode deixar de ser apenas um custo para a gestão pública e se tornar uma solução definitiva de saúde.











