Os avanços das formas de pagamentos digitais, têm alterado a forma como as empresas se relacionam com seus clientes e administram as operações financeiras que realizam. Diante disso, Pagsmile, instituição de pagamentos com operação global amplia seu portfólio de mercado, para que seja possível oferecer às empresas a possibilidade de integrar diferentes meios de pagamento e serviços a seus consumidores, de maneira segura e tecnológica.
As soluções apresentadas vão desde modalidades de pagamento até a oferta de infraestrutura financeira para clientes de diferentes setores. Com a oferta do Pix Automático, solução que permite a realização de transações recorrentes, tanto usuários quanto prestadores de serviço encontram maior previsibilidade nas operações. O movimento responde a dados apresentados por um levantamento realizado pelo Banco Central em abril de 2026, indicando que o Pix liderou os meios de pagamento no segundo semestre de 2025, alcançando 54,7% de todas as transações no Brasil.
Em outra frente, a instituição de pagamento também passou a ofertar aos seus clientes o TED (Transferência Eletrônica Disponível), agora está disponível tanto por IB (Internet Banking) quanto por API. Embora menos utilizado, a ferramenta ainda é responsável por movimentar quantias superiores ao Pix, totalizando 67,8 milhões de operações e R$ 4,09 trilhões, contra 7,37 bilhões e R$ 3,42 tri do PIX.
“Ao aderir a diferentes ferramentas para compor o fluxo financeiro, as empresas conquistam maior flexibilidade e variedade para atender seus clientes. Embora o Pix tenha se consolidado como protagonista, o TED mantém seu valor estratégico ao não apresentar um limite de valor e se manter disponível em casos de bloqueios ou indisponibilidade do sistema Pix”, explica Marlon Tseng, CEO da Pagsmile.
Por meio do Banking as a Service, a Pagsmile, disponibiliza a infraestrutura necessária para que parceiros possam oferecer contas, pagamentos, transferências e outros serviços financeiros integrados à sua própria operação e experiência de marca. O recurso surge para solucionar as principais barreiras enfrentadas por quem deseja incorporar serviços financeiros: complexidade regulatória, investimento tecnológico e tempo de implementação.
Ainda de acordo com o Banco Central, hoje, há cerca de 50 mil contas empresariais que já apresentam uma demanda significativa por soluções que facilitem a abertura e a gestão de contas em grande escala, reforçando o potencial de crescimento do modelo. Nesse sentido, o BaaS surge para suprir essa demanda ao permitir que o parceiro utilize uma infraestrutura financeira já existente e regulada, concentrando seus esforços no próprio negócio, na experiência do cliente e na distribuição do produto.
“O atual crescimento dos pagamentos digitais e da infraestrutura financeira brasileira cria um ambiente muito favorável para a utilização do Banking as a Service. O cliente ficará mais independente, combinando infraestrutura financeira regulada, tecnologia e capacidade operacional local em uma solução construída para diferentes níveis de complexidade.” pontua Marlon Tseng, CEO da Pagsmile.
Em um mercado em constante mudança, o investimento em soluções de diferentes naturezas contribuem para atender consumidores habituados com os pagamentos digitais ao mesmo tempo em que as empresas conseguem ter mais autonomia e independência, deixando a necessidade de precisar falar com outra instituição para resolver pendências internas, que podem ser solucionadas de maneira mais rápida.












