O Plano Macrorregional de Gestão de Impactos Sinérgicos das Atividades Marítimas de Produção e Escoamento de Petróleo e Gás Natural (Plano Macro) leva seus programas macrorregionais à Rio Oil & Gas Energy (ROG.e 2026), um dos maiores eventos do setor energético do país, promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) no Riocentro, no Rio de Janeiro. O objetivo é dar visibilidade às ações do licenciamento ambiental federal e à gestão de impactos socioambientais das atividades offshore nas Bacias de Santos, Campos e do Espírito Santo, diante de empresas, especialistas e representantes do poder público reunidos no evento.
Cinco coordenadores dos programas integram a programação do evento, com participações em sessões técnicas e temáticas. No dia 21, Bryan Araujo (Programa Macrorregional de Comunicação Social, PMCS) vai discutir o direito público à informação na mitigação de impactos socioambientais da indústria de petróleo e gás. Ainda nesse dia, Sandra Miscali (Programa Macrorregional de Apoio ao Planejamento Participativo de Políticas Públicas, Planeja+) trará metodologias para o fortalecimento da governança socioambiental, e Eliza Barbosa (Programa Macrorregional de Caracterização Socioespacial dos Trabalhadores, PMCST) vai abordar a caracterização dos trabalhadores da indústria na área de abrangência do Plano Macro.
No dia 23, Kamila Louzada Rangel, coordenadora executiva do Projeto de Implementação dos Instrumentos Técnicos de Integração Metodológica (ITIMs), falará sobre a busca por inovação na gestão de impactos da cadeia de petróleo e gás. Já no dia 24, Thalita Furtado (Programa Macrorregional de Caracterização do Tráfego de Aeronaves e de Embarcações, PMCTA e PMCTE) detalhará o uso de bases aeroportuárias e portuárias pela indústria nas três bacias.
“A produção integrada de conhecimento sobre impactos cumulativos e sinérgicos possibilita uma compreensão mais ampla das transformações territoriais decorrentes da atividade offshore, incluindo seus efeitos sobre o orçamento de municípios confrontantes e os efeitos associados à instalação, à ampliação e ao descomissionamento de unidades de produção, áreas portuárias, aeroportos, dutos e demais estruturas de apoio offshore”, explica Kamila Louzada Rangel.
Um dos destaques da participação é o Banco de Dados Socioeconômicos (BDS), que será apresentado por Moises Fernandes como instrumento central de transformação digital na gestão socioambiental: o BDS reúne e integra os dados e indicadores produzidos por todos os programas de Caracterização, e sustenta as análises da iniciativa sobre os territórios afetados pelas atividades offshore.
Sobre a ROG.e
A ROG.e 2026 é um evento que congresso, feira de negócios, atrações culturais e eventos paralelos voltados à cadeia de energia. A programação inclui debates sobre transição energética, descarbonização, inovação e outros temas estratégicos para o futuro do setor. A expectativa desta edição é receber cerca de 75 mil participantes e 650 empresas expositoras ao longo dos quatro dias.
Plano Macro
O Plano Macro é uma ação inédita do licenciamento ambiental federal, conduzida pelo Ibama, para as operações de produção e escoamento de petróleo e gás natural nas Bacias de Santos, Campos e do Espírito Santo.














