Uma baita estreia movimenta Copacabana: o Zalaiê nasce como o mais novo point do bairro, trazendo uma proposta de comida descomplicada, clima leve e encontros “sem hora” para acabar. Idealizado pelos mesmos empresários à frente do já consolidado Pendê, Pedro Góes e seu pai, Paulo Góes, o novo endereço fica colado à casa irmã, reforçando ainda mais a presença da dupla na região. Mais do que um restaurante, o Zalaiê chega com a missão de traduzir o espírito carioca em forma de experiência.
Se o Pendê conquistou o público com seu conceito de café da manhã e brunch, o Zalaiê surge para ocupar outro momento do dia: a tarde, o fim de tarde e a noite. A ideia é clara: ser um ponto de encontro, com mesas que se formam aos poucos, petiscos para compartilhar, bons drinks e conversas que se estendem. “O Zalaiê nasce com essa proposta de ser uma cozinha de encontros. Um lugar para dividir, celebrar e viver a mesa de forma mais descontraída. Tem uma energia muito solar, muito tropical, que tem tudo a ver com o nosso jeito de viver Copacabana”, destaca Pedro Góes.
A relação com o bairro, aliás, é parte essencial da identidade da casa. Apesar do endereço oficial ser na Rua Barão de Ipanema, os sócios fazem questão de reforçar: é Copacabana. Foi ali que cresceram, construíram memórias e agora ampliam sua atuação com um projeto que dialoga diretamente com a vizinhança e com o estilo de vida local.
O nome Zalaiê é um capítulo à parte. Criado como um neologismo, ele conversa com o Pendê pela sonoridade, mas abre espaço para uma identidade própria, mais musical, mais fluida, quase como um convite ao movimento. Evoca vento, onda, dança. Tudo que traduz essa atmosfera leve e despretensiosa da casa.
Na cozinha, quem assina o menu é a chef Carol Meloni, garantindo uma conexão conceitual com o Pendê, mas explorando novas possibilidades dentro do estilo do Zalaiê. Já a carta de drinks leva a assinatura de Pedro Gonçalves, nome com passagens pelo Arp Bar e atualmente à frente da coquetelaria do Bar Tero. Juntos, eles constroem uma experiência que valoriza sabores brasileiros, combinações criativas e uma abordagem contemporânea.
Entre os destaques do cardápio, pensado para compartilhar, estão o Mar Aberto, o croquete de costela, o escondidinho de carne seca, a gyoza tropical e o hambúrguer brasileiro com blend da casa, queijo coalho e barbecue de goiabada. A casa também aposta em pratos executivos e PFs com leitura própria, além de uma tradicional feijoada às sextas e sábados. Para fechar, a mousse de chocolate com azeite, flor de sal e crocante de croissant já desponta como queridinha. Nos drinks, o Zala Mule, com espuma de açaí, promete ser o grande protagonista.
Com capacidade mais intimista, com 34 lugares, o Zalaiê aposta em um ambiente acolhedor e cheio de personalidade. O projeto de arquitetura foi desenvolvido pelos próprios sócios, com uma curadoria cuidadosa que traz brasilidade de forma sutil e sensorial, sem cair no óbvio.
Além da gastronomia, a casa também mira na cultura. A proposta é, ao longo do tempo, incorporar uma programação com rodas de conversa, oficinas e encontros artísticos, sob curadoria da produtora cultural Gabriela Gonçalves, ampliando ainda mais o conceito de “cozinha de encontros”.
Cardápio com personalidade: nomes criativos e sabores que traduzem o clima carioca
Divertido, descontraído e cheio de identidade, o cardápio do Zalaiê traduz o espírito leve da casa já nos nomes das categorias e pratos, tudo com aquele tempero bem-humorado que é a cara do Rio.
Para começar, o “Batuque da Cozinha” abre os trabalhos com o Começo de Conversa (R$ 37), couvert da casa com tomates confitados, caponata, hommus (tradicional e de beterraba), coalhada e torradas; o irreverente Kara o Quê? (R$ 39), karaguee de sobrecoxa de frango frita com paçoca de amendoim e castanha de caju; e o bem-humorado Pega Ladrão, o Zalaiê Roubou Meu Coração (R$ 43), coração de galinha com molho de carne, cebola roxa e ervas, acompanhado de pães para “chuchar”.
Na ala “Com as Mãos”, entram em cena a Gyoza Tropical (R$ 29 – 3 unidades), gyozas grelhadas de pernil com ponzu de abacaxi, e os pastéis, que marcam presença em versões como costela com agrião (R$ 15) e bobó de camarão (R$ 17).
Nos sandubas, o destaque é o Zala Burguer (R$ 56), preparado com blend da casa, queijo coalho, crocante de carne seca, barbecue de goiabada e salada no pão brioche. Já nas panelinhas, opções como o Escondidinho (R$ 49), com carne seca; Costela e Batata (R$ 56); e o Shakshuka da Horta (R$ 46), legumes ao molho de tomate com ovos e pães para acompanhar.
Para adoçar, o clima é de afeto com o Trio Mineiro (R$ 23), que reúne queijo meia cura, doce de leite e goiabada artesanal em diferentes texturas, e a Mousse de chocolate (R$ 27), servida com azeite, flor de sal e crocante de croissant.
Nos pratos feitos, servidos de segunda a sexta, das 12h às 17h, a proposta é bem carioca: todos acompanham arroz branco, feijão, farofinha de cebola e batata frita ou salada da casa. Entre as opções estão o Frango grelhado (R$ 41), o Escalopinho de mignon (R$ 53), o Peixe do dia empanado (R$ 51) e Omelete de cogumelos (R$ 46).
Já os Especiais, servido todos os dias, inclusive aos finais de semana, contempla entrada, principal e sobremesa. Nas entradas, Salada da casa ou Croquete de costela; nos principais, o Arroz de costela (R$ 59), com agrião, tomate e farofinha de cebola; a Sobrecoxa desossada (R$ 54), com arroz de brócolis e salada de batatas; e o Bobó de camarão (R$ 69), com arroz branco e farofa de dendê. Para finalizar, doce de leite, queijo meia cura com goiabada ou café coado ou espresso.
Na carta de bebidas, o tom irreverente continua nas categorias e nos nomes criativos. Entre os destaques, o Zala Mule (R$ 41), com vodka, laranja, acerola e espuma de açaí; o Botica (R$ 36), com cachaça, mate, abacaxi, maracujá e hortelã; e o Braza (R$ 39), com cachaça ou vodka, tamarindo, hibisco, limão e hortelã. A clássica caipirinha (R$ 31) também aparece em diferentes versões, além de opções não alcoólicas e cervejas.
Com o propósito que mistura boa comida, atmosfera acolhedora e experiências compartilhadas, o Zalaiê chega para ocupar um espaço especial em Copacabana, aquele onde a mesa vira ponto de encontro e o tempo parece desacelerar.
Chef Carol Meloni:
Ao longo de 10 anos dedicados à cozinha, Carol Meloni sempre teve como objetivo aprender ao máximo e absorver diferentes tipos de conhecimento, mantendo-se em constante evolução. Sua trajetória passa por importantes experiências na gastronomia, com destaque para as cozinhas francesas de Ricardo Lapeyre e sua equipe, responsáveis por sua base técnica. No Pérgula, no Copacabana Palace, onde atuou por quatro anos, consolidou sua postura profissional. Já no Maska, sob o comando dos chefs Danilo Parah e Mariana Saisse, viveu a virada que a transformou de cozinheira em chef.
Suas inspirações nascem do cotidiano, das combinações de sabores e da liberdade criativa que a gastronomia permite. Histórias, vivências de culturas antigas e a comida de família, reinterpretada com toques pessoais, fazem parte de sua identidade. Atualmente, Carol direciona seu olhar para referências brasileiras, asiáticas e mediterrâneas, valorizando a diversidade de estilos, talentos e influências que encontrou ao longo de sua jornada. Hoje, assina os cardápios do Pendê e do Zalaiê, onde traduz sua trajetória e criatividade em experiências gastronômicas autorais.
Zalaiê é o encontro perfeito entre o mar e o sertão em Copacabana!
Serviço:
Endereço: Rua Barão de Ipanema, 94, Copacabana – Rio de Janeiro – RJ
Horário de funcionamento: todos os dias, das 12h às 20h
WhatsApp: (21) 3500-1345
Capacidade: 34 lugares — 18 internos e 16 na área externa.
Data de inauguração: maio de 2026
Instagram: @zalaie.rio














